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De olho nas finanças: 7 dicas para quem quer começar a se organizar

Publicado em 15/07/2021
De olho nas finanças: 7 dicas para quem quer começar a se organizar

Nunca é tarde para dar o primeiro passo rumo ao controle da vida financeira. Embora pareça extremamente complicado manter as finanças em ordem, são pequenas mudanças de hábito que fazem a diferença no final do mês.

O planejamento financeiro eficiente permite que você reduza gastos, desenvolva o hábito de poupar dinheiro e, como consequência, traz ainda a preparação para um futuro tranquilo.

Sabe aquele sonho que demanda um investimento a mais? Com as finanças organizadas, você pode se planejar para fazê-lo acontecer! Para saber como, continue lendo. Vamos lá?

 

Leia mais: Dicas para economizar nas contas da casa e manter o orçamento em ordem

 

  1. Tenha um método de acompanhamento da sua movimentação financeira

Sabe aquela máxima de que conhecimento é poder? Quando o assunto é dinheiro, o mesmo é válido. Antes de mais nada, é preciso saber tudo o que você ganha e gasta.

O ideal é que essas atualizações sejam acompanhadas de perto todos os dias em uma planilha ou caderno. A forma de controlar isso pode ser no período que melhor represente suas necessidades, sendo os tipos mais comuns os planejamentos mensais e semanais.

O segredo está em dividir as despesas em categorias, como alimentação, lazer e transporte, para ter o panorama de como seus gastos estão distribuídos. Com essa visão, você será capaz de identificar o que está atrapalhando o fechamento das contas ao final do mês.

 

  1. Saiba o que é desejo e o que é necessidade

Um dos maiores vilões na hora de controlar os gastos é não saber distinguir o que você precisa do que você quer.

Na maioria das vezes, almejamos vários itens de que não precisamos e, ao adquiri-los, negligenciamos o que realmente é necessário para manter a vida.

Da próxima vez que se vir querendo comprar algo que não faça parte da sua lista de itens essenciais, como alimentos, vestuário e contas fixas de manutenção da casa, repense sua atitude e o planejamento financeiro que tiver feito até então.

 

Leia mais: Conheça 3 formas diferentes de organizar suas finanças pessoais

 

  1. Adeque os gastos com o padrão de vida que tem

Gastar o que não tem para parecer ter mais prestígio social é dar um tiro no pé. Assim como diferenciar desejo de necessidade, ter consciência de qual padrão de vida é compatível com o que você ganha é essencial para evitar dívidas.

 

  1. Dívidas precisam ser negociadas

Por falar em dívidas, elas são muito fáceis de evoluir e se tornarem verdadeiros pesadelos. Se você tem alguma dívida pendente, negocie.

Sabendo da sua situação, taxas e condições devem ser monitoradas de perto, contando com simulações da proporção que o débito pode assumir com a aceitação da proposta. Sim, isso pode e deve constar na sua planilha.

 

  1. Tenha objetivos financeiros

Quem acredita sempre alcança. Ter um objetivo traçado cria um senso de motivação para cada ação que você tomar.

Seu objetivo pode ser uma quantia ao final de um período, um desafio para poupar ou até mesmo estabelecer quando você quer realizar um sonho. O importante é saber que existe uma razão para o seu planejamento financeiro.

 

Leia mais: Cheque especial e cartão de crédito podem comprometer orçamento

 

  1. Crédito é bom, mas precisa ser usado conscientemente

De nada adianta possuir crédito no mercado se você não souber como usá-lo. É necessário levar em consideração tudo o que já dissemos neste artigo antes de assumir a responsabilidade de usar um dinheiro que não é seu e que deverá ser devolvido ao final de um período.

A maior questão aqui é simular se suas projeções de ganho ao fim do período serão capazes de cobrir seu empréstimo ou, em caso mais simples, a fatura do cartão. Tenha sempre em mente que a conta tarda, mas não falha em chegar.

 

  1. Invista parte do seu dinheiro

Emergências são imprevisíveis, mas você pode se preparar para lidar com elas. A maneira mais fácil de fazer isso é se programando para fazer ao menos uma parte do seu dinheiro render todos os meses, sem a dependência de investir o que sobrar.

Os investimentos funcionam de verdade quando fazem parte da rotina financeira, ou seja, quando são um hábito e já fazem parte do planejamento pessoal.  A poupança é a forma mais convencional de guardar dinheiro, mas também existem alternativas, como a reserva de emergência ou a construção de patrimônio.

Dessa forma, em casos atípicos, você não precisará recorrer imediatamente ao crédito, já que terá antecipado um possível cenário emergencial.

 

Leia mais: Regra dos 50-15-35: saiba como ela pode organizar sua vida financeira

 

Ainda acha que manter a vida financeira em ordem é muito difícil? Lembre-se de que você não precisa implementar todas as dicas de uma única vez. Comece pelo básico, pela identificação e organização, e então aprimore gradualmente seu planejamento. Apostamos que suas finanças irão decolar!

Aproveite e compartilhe este artigo com aquele amigo que precisa de uma ajudinha para se organizar.

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